[...] a poesia de Miyaoka assume uma forma de lirismo rebelde, de verso livre, de verso branco, de dicção fragmentária, de livres associações de ideias e palavras, de imagens extraídas da experiência de existir num tempo de crise... poesia plena da alma, cuja superfície cheia de corpo espantado, esconde e revela um franco diálogo com a morte descarnada, com o avesso da beleza da vida, com a incompletude e com impossibilidade de ser e de existir no mundo do burguês, mundo dos seres ocos e do ser eu desolado , amaldiçoado, tal como se pode ler em: “[…] Não sei se ainda busco / ter sentido / fazer sentido / Tornei-me figurante / da minha própria vida / com minha morte interna. / A cada dia um velório solitário. / A cada dia uma festa no meu mundo.” ou em “Há tempos / Minha vontade / É / Não ter mais vontade […]".
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| Google_product_category | Media > Books |
| Product_type | Books > Subjects > Literature & Fiction > Poetry |